Não é de hoje que o número de intercambistas vem crescendo, e cada vez mais esse tipo de experiência têm recebido valor e reconhecimento.
Além da aquisição de fluência no idioma, os intercâmbios são muito bem vistos por proporcionarem conhecimentos culturais, além do famoso “jogo de cintura” necessário para se virar em um outro país, com outro idioma e outros costumes.
Há diversas maneiras de fazer intercambio, dependendo da idade e intenção, como, por exemplo, o High School (em que se cursa o 2º Grau), o intercâmbio de idiomas (em que se realiza um curso sobre o idioma em um país estrangeiro) ou o intercâmbio de trabalho (em que não há nenhum curso, mas um emprego temporário e remunerado para exercitar o idioma).
O intercâmbio já se tornou um grande diferencial no currículo e na capacitação de profissionais. Por esse motivo, escolas, universidades e empresas têm investido em proporcionar essa experiência a seus alunos/funcionários.
Em matéria divulgada hoje (5), o jornal “Correio do Estado” noticia a vinda de uma delegação de faculdades e universidades americanas ao Brasil, em busca de universitários, para que eles façam intercambio. Assim, percebe-se que o interesse não é somente dos intercambistas, mas também das instituições que os recebem. (https://tinyurl.com/3jnu2t9)
Neste sábado (3) a diretora de operações da BELTA (vencedora do prêmio de melhor Associação Nacional de Agentes de Intercâmbio Cultural do mundo pela Revista Internacional STUDY & TRAVEL MAGAZINE) deu uma entrevista no Jornal da Cultura sobre o tema. Confira o vídeo: