Pesquisas recentes indicam que as instituições de ensino e os jovens estão falando línguas diferentes e que os anseios dos jovens estão além do que é proporcionado por tais instituições.
No site da Porvir há uma interessante pesquisa que correlaciona dados sobre as tendências do universo educacional. A pesquisa mostra o que os jovens brasileiros pensam e o que querem da escola como um todo.
35% – dos jovens brasileiros acham que o que aprendem na escola não é útil
para sua vida.
Desejam: algo que tenha sentido. > algo personalizado.
41% – não acreditam que o ensino universitário tenha ampliado suas
oportunidades de trabalho.
Desejam: uma escola que os prepare para o mundo do trabalho.
> competências do século XXI.
50% – gostariam de ter sua própria empresa.
Desejam: algo que os ajude a empreender > empreendedorismo.
23% – querem trabalhar em empresas onde possam inovar.
Desejam: algo que desenvolva sua criatividade e capacidade de
inovação > movement maker.
84% – sentem falta de locais, além da escola, onde possam aprender.
Desejam: algo que extrapole os muros da escola > comunidades de
aprendizagem.
50% – Têm como maior medo não conseguir realizar seus objetivos pessoais.
Desejam: algo que os ajude a se realizar e ser felizes. > projeto de vida.
1 a cada 12 – são jovens-ponte, agentes de transformação.
Desejam: algo que os ajude a construir um mundo melhor > educação
baseada em projetos.
7 horas – é a média de tempo que os jovens da América Latina passam on-line
por dia.
Desejam: algo que seja permeado pela tecnologia > Ensino Híbrido.
São tempos de mudanças e a tarefa da escola e do educador não é fácil. Pesquisas como essa podem nos ajudar a melhor compreender o mundo ao nosso redor e a interferir apropriadamente.
Para ler o texto na íntegra acesse:
Confira os links das pesquisas:
Enjoy yourselves.
Elisabeth Prescher