“Um dos motivos é que o idioma árabe possui sons guturais e interdentais que podem ser adaptados de várias maneiras”, diz Safa Jubran, coordenadora da Pós-Graduação em Língua, Literatura e Cultura Árabe da USP. Geografia também influi: a maior parte do mundo árabe pronuncia “Kadafi”, mas na Líbia o som da primeira consoante seria mais para G.
Diante disso, ou o famoso se manifesta ou deixa na mão da mídia. No caso de Kadafi, que não “ocidentaliza” seu nome, cada um escolheu sua versão, com critérios que vão do “arabicamente correto” ao “menos esquisito em nosso país”.
Agora é esperar para ver qual conflito se resolve primeiro: a sucessão política na Líbia ou a confusão das grafias.
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