“Quando você começa a usar os sentidos que negligenciava,
sua recompensa é ver o mundo com outros olhos.”
Barbara Sher (escritora norte-americana, palestrante e coach de desenvolvimento pessoal)
Sabemos que aprender coisas de uma forma multissensorial (usando vários sentidos juntos – e incluindo nossos sentidos olfativos e gustativos se for o caso) é especialmente poderoso. Por isso faz sentido (!) desenvolver a nossa capacidade multissensorial e garantir que todos os nossos sentidos estejam funcionando de forma otimizada. Ter essa capacidade também nos dá maior flexibilidade: nem sempre podemos escolher totalmente como recebemos as informações, por isso é muito útil poder mudar de canal de maneira fácil e eficaz.
Então, como você pode trabalhar seus sentidos menos favorecidos? É uma boa ideia se envolver em atividades que dão enfâse a esse sentido e permitem-no usá-lo. Algumas sugestões estão listadas abaixo. Elas não são de forma alguma completas, mas vão lhe dar uma noção. Tampouco são categorias rígidas: elas podem envolver predominantemente um sentido, mas quase sempre incluem outros também, embora com enfâse menor.
Visual
Auditivo
Cinestésico
Lembre-se de que o modelo de preferências sensoriais é muito interessante intelectualmente, mas para que ele seja mais do que apenas um modelo intelectual, você tem de fazer algo com ele. Você precisa agir, praticar as ideias e usá-las para melhorar o modo como você aprende. Se fizer isso, pode fazer uma grande diferença não só para suas chances de sucesso em um exame, mas para toda a sua vida.
Como disse William Osler – um médico canadense que tem sido chamado de o pai da Medicina moderna: “Use seus cinco sentidos. Aprenda a ver, aprenda a ouvir, aprenda a sentir, aprenda a cheirar e saiba que, apenas pela prática, você pode tornar-se especialista.”
Jack Scholes nasceu na Inglaterra e formou-se em alemão e russo pela Universidade de Liverpool, com pós-graduação em Educação e Ensino de Inglês como Língua Estrangeira na Universidade de Londres. Formou-se também Master Practitioner em Programação Neurolinguística com o Dr. Richard Bandler, co-criador dessa ciência. Ele tem mais de 40 anos de experiência no ensino da língua inglesa e é autor de vários livros.
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