A educação bilíngue tem sido muito discutida nos últimos tempos e tornou-se tema para muitos professores que vem repensando suas atuações em sala de aula. Diferentes autores e pesquisadores propõem reflexões importantes e trabalham conceitos que nos são fundamentais na área. Porém, também se faz fundamental que possamos observar essa modalidade de educação a partir dos contextos brasileiros e produzirmos conhecimento acerca das práticas dos professores em nosso país. O livro Educação Bilíngue: como fazer?, organizado por Antonieta Megale e lançado pela Richmond e Fundação Santillana, vem contribuir de forma marcante para esse propósito. Com prefácio de Claudia Hilsdorf Rocha e introdução de Cecília Lemos, o livro traz temas que perpassam os diferentes fazeres na educação bilíngue.
No capítulo 1, Antonieta Megale e Fernanda Liberali discutem a multiculturalidade e sua implementação, relacionando os conceitos centrais da área com a BNCC para construção de possibilidades de atuação em sala de aula. No capítulo seguinte, Marcello Marcelino e Janaina Weissheimer discorrem sobre modos de promover a oralidade em aula de L2 e o que os professores devem ter em mente ao planejar suas aulas. As diferentes áreas de conhecimento estão contempladas no capítulo 3 no qual Maria Cristina Meaney discute modos de desenvolvimento de linguagem nas áreas de ciências da natureza, matemática e ciências humanas. Ampliando ainda mais os modos de fazer dos professores, Airton Pretini discorre sobre o conceito de performance na educação bilíngue e as atividades sociais a partir de um exemplo prático, o sarau, no capítulo 4 da publicação. No capítulo 5, Vivian Maria Marcondes traz importantes reflexões sobre a leitura em sala de aula, abordando as conversas literárias e a literatura como uma ponte entre as línguas, além de sua importância em si como presença essencial na formação dos sujeitos. Propostas de atividades relacionadas à consciência fonológica nas línguas presentes nos contextos bi/multilíngues são encontradas no capítulo 6 de Aline Lorandi. No próximo capítulo, a discussão sobre aprendizagem híbrida e seus ambientes ficou a cargo de Renata Condi de Souza que traz proposições para as práticas escolares relacionadas a esse tópico. No capítulo que encerra o livro, Maria Teresa de la Torre Aranda traz novas perspectivas sobre avaliação e o binômio língua/linguagem e conteúdo trazendo exemplos relacionados a avaliação que integra ciências e língua inglesa e uma proposta de portfólios.
A coleção Educação Bilíngue da Richmond e Fundação Santillana está disponível de forma gratuita e online e este terceiro volume vem contribuir ainda mais de forma pertinente e abrangente para a educação bilíngue nos contextos brasileiros. Boas leituras e discussões a todos!
Educação Bilíngue: como fazer? pode ser baixado gratuitamente aqui: http://mod.lk/lb_vol3
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